Depois de 30 horas discutindo os limites da arte e tecnologia, ainda ontem pensei nisso, no quanto a arte na qual eu acredito é anacrônica, atemporal. Essa arte que corre atrás dos avanços – contemporâneos, (neo)modernos, tecno(i)lógicos — ou das notícias como um coelho corre atrás da cenoura, também se desfaz na mesma velocidade em que acontece, para que no fim de um ano (menos um!) tenhamos uma nova conferencia in the royal society of putting things on top of other things***. Já dizia o amigo Guga Ferraz: “a gente não tem que correr atrás, tem que correr na frente, quem corre atrás já está atrasado…” Mas insisto na pergunta:
















