Olá! Escrevo cá das nem tão longínquas terras flutuantes do sul, ilha de florianópolis, horizonte largo, mar à vista… não fossem os textos, os artigos, o projeto do mestrado, a exposição eminente e, claro, a culpa cristã, estaria eu bebendo aquela água de coco gelada e amiga com os pés enterrados na areia. No entanto cá estou, comportadamente diante do computador, quiçá na esperança de mais ovos de Páscoa. Escrevo-lhes hoje com a urgência do fim do carnaval, das águas de março, da volta às aulas e veja a coincidência (coincidência?): muitas novas exposições para oxigenar o sangue dos museus curitibanos.
















