LAVANDERIA SHERMER 2008

Lançamento do curta metragem “LAVANDERIA SHERMER”Na Cinemateca de Curitiba – Rua Carlos Cavalcanti N° 1174
Dia 26 de maio (segunda-feira)
Às 20:00
ENTRADA FRANCA

shermer-finaldefinitivo.jpg
Direção: Wellington Sari
Produção: Alumiar Filmes e Pé em Quadro Filmes
Gênero/Duração: Ficção — 20 minutos
Informações: Diko - (41) 8869-7565
www.alumiarfilmes.com / www.peemquadro.com

Confira o trailer:

 

http://www.youtube.com/watch?v=j96oOOQ4vXI

NA MESMA NOITE, exibição de curta da Processo Filmes:

[colorado esporte cluBE], de Fábio Allon

(o zine reserva-se o direito de publicar as mensagens enviadas, bem como o nome dos autores, a menos que estes se manifestem em contrário)

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5º putz 2008

5 Putz

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27, terça-feira19h
PERCEPÇÕES DO CINEMA
Com Marcos Jorge
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28, quarta-feira

9h
Seminário do curta universitário ao cinema contemporâneo
14h
Oficina de CRÍTICA de cinema
19h
Mostra Centro Europeu
19h10
EXIBIÇÃO dos vídeos selecionados
20h20
Mostra 315 em 1
20h30
EXIBIÇÃO dos vídeos selecionados
21h30
Debate com REALIZADORES

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29, quinta-feira

9h
Seminário  do curta universitário ao cinema contemporâneo
14h
Oficina de CRÍTICA de cinema
19h
Mostra Centro Europeu
19h10
EXIBIÇÃO dos vídeos selecionados
20h20
Mostra 315 em 1
20h30
EXIBIÇÃO dos vídeos selecionados

21h30
Debate com REALIZADORES

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30, sexta-feira

9h
Seminário  do curta universitário ao cinema contemporâneo
14h
Oficina de CRÍTICA de cinema
19h
Mostra Centro Europeu
19h10
EXIBIÇÃO dos vídeos selecionados
20h20
Mostra  315 em 1
20h30
EXIBIÇÃO dos vídeos selecionados
21h30
Debate com REALIZADORES

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31, sábado

16h30
Exibição de curtas dos palestrantes
17h30
MESA DO CINEMA paranaense
Fernando Severo, Rodrigo Grota e Ricardo Machado
20h
PREMIAÇÃO
21h30
festinha de encerramento no SOHO

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O 5º PUTZ! acontece no SESC da Esquina, com entrada franca.

As oficinas serão realizadas na Cinemateca de Curitiba com inscrições  no site do festival.
SESC da Esquina - Visconde do Rio Branco, 969
Cinemateca de Curitiba - Carlos Cavalvanti, 1174
Soho Underground - Visconde do Rio Branco, 870

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Força independente 2008

Iniciativas coletivas e o surgimento de um curso superior de Cinema incrementam a produção curitibana

Publicado em 18/05/2008 | Vinicius Boreki – Gazeta do Povo

Estômago (de Marcos Jorge) e Sal da Terra (de Elói Pires Ferreira) e o documentário Amadores do Futebol (de Eduardo Baggio) abriram com força o ano cinematográfico em Curitiba. O lançamento de três longas-metragens em menos de seis meses e, principalmente, a repercussão positiva – sobretudo de Estômago – desses títulos desafiam o fantasma da invisibilidade, um dos principais obstáculos enfrentados pela produção local.

Infelizmente, os exemplos citados acima ainda são exceções. Os produtores e diretores locais lutam para gravar, finalizar e exibir seus trabalhos. Para superar essas dificuldades, a opção mais recorrente é desenvolver os projetos por meio de iniciativas coletivas, como cooperativas e grupos de cinema. É o caso da Photon Filmes. “Os integrantes se conheceram num curso de pós-graduação em cinema. A partir daí, 25 pessoas se reuniram para produzir O Gralha. Na época, nos animamos tanto que buscamos uma forma jurídica: a cooperativa”, explica Guilherme Greca, que preside a Photon, criada em 2002.

Os projetos desenvolvidos de forma coletiva também surgem como uma tentativa de superar o amadorismo por meio do aprimoramento conjunto dos participantes: “Essas iniciativas buscam profissionalizar a produção”, diz Aly Muritiba, que, ao lado de Diko Florentino, Antônio Junior e André Chesini, criou a Alumiar Filmes há um ano e meio.

Outra forma de tentar produzir é por meio das leis de incentivo municipais, estaduais e federais. “As leis Rouanet e de Mecenato são complicadas. Mas a produção de curtas-metragens por iniciantes foi bastante facilitada pelos editais da Fundação Cultural de Curitiba (FCC)”, diz Terence Keller, organizador do Díinamo (grafado assim mesmo, com dois “is”, o primeiro com acento agudo), cineclube que se reúne às quartas-feiras, sempre com a exibição de novas produções.

“Discutir leis de incentivo é difícil. Tudo depende de um referencial. Se você compara o cenário atual com cinco anos atrás, produzir filmes hoje é mais fácil, até por causa das leis. Mas, se compararmos com o ideal, ainda é muito difícil”, afirma o cineasta Eduardo Baggio, professor da FAP.

Curtas-metragens
Como cinema é uma forma de expressão artística cara, sempre na dependência de recursos financeiros, a realização de curtas-metragens é a mais freqüente. “Como trabalhamos de forma independente, é o mais fácil de se desenvolver. Exige uma produção menor, com menos gastos”, diz Guilherme Greca. Apesar de realizarem mais curtas, a Photon já gravou um média-metragem, O Gralha + Oilman, e pretende terminar outro, intitulado Insanidade, até o fim deste ano.

FAP
Além do surgimento de vários grupos, a criação do curso superior de Cinema (leia quadro) na Faculdade de Artes do Paraná (FAP) foi fundamental para o meio audiovisual curitibano, aliando o desejo de produzir à possibilidade de aprendizado técnico e teórico sobre o assunto. “Muitas pessoas que fazem cinema com mais de 30 anos gostariam de ter feito – ou mesmo de ainda fazer – essa escola, mas ela não existia. Os alunos vão sair com uma vivência de quatro anos com professores tanto da área mais acadêmica e teórica quanto do meio profissional, gente que conhece bem o mercado. Eu vejo a escola como uma quase transformação do cinema local”, analisa Eduardo Baggio.

Coleguismo
O ramo do cinema é notório pelo “coleguismo”. Explicando: costuma haver intercâmbio entre profissionais nas diversas produções, que se beneficiam de uma espécie de “escambo”. “Em todo o projeto participam pessoas de fora da cooperativa. Sempre existem trocas favores por indicação, necessidade ou vontade”, afirma Guilherme Greca.

Falta de espaço para exibição é problema
Depois de finalizar o filme, o cineasta suspira aliviado com o fim da batalha, certo? Errado. Além da escassez de fontes de recursos, os poucos espaços disponíveis para a exibição dos trabalhos na cidade dificultam o conhecimento do público sobre o que se produz. Pouco a pouco, porém, a perspectiva se transforma com o surgimento de mostras e projetos voltados especificamente para a exibição do que é feito em Curitiba.

É o caso do cineclube Díinamo, que, desde setembro de 2007, acontece às quartas-feiras. Sem local fixo, os participantes visitam o blog do projeto (www.diinamo.blogspot.com) para saber onde ocorrerá o próximo encontro. “Os realizadores tomam conhecimento de outros realizadores. A partir daí, as pessoas se ajudam melhor, especialmente quando contam com orçamentos baixos”, avalia o organizador do projeto, Terence Keller. Após mostrar entre três e quatro filmes por semana, o Díinamo promove discussões sobre o fazer cinematográfico.

Reservado para a última quarta-feira de todo o mês, o projeto MeMostra reúne filmes de temáticas semelhantes, que serão apresentados este ano no cinema do Shopping Novo Batel.
O Festival Universitário de Cinema e Vídeo de Curitiba, o Putz, está na quinta edição. Este ano, o evento recebeu 263 trabalhos de todo o Brasil, metade deles do Paraná. Entre os dias 27 e 31 de maio, o Putz apresentará os 54 trabalhos selecionados pela comissão avaliadora.

Curso da FAP quer centralizar a produção
O curso superior de Cinema da Faculdade de Artes do Paraná pretende se tornar o centro da produção cinematográfica paranaense. A idéia da escola é permitir que os alunos utilizem os equipamentos para projetos paralelos ao programa de graduação. “A prioridade é para o uso para as disciplinas. Mas havendo um espaço de sobra ou tempo livre, os estudantes podem realizar projetos independentes e até são estimulados para isso”, explica o professor Eduardo Baggio.

Com sua primeira turma se formando em julho de 2009, o curso da FAP é, hoje em dia, um espaço interessante para a troca de experiências com profissionais experientes e com os próprios professores. “Na universidade, você é assessorado por profissionais que já estão no mercado, que são os nossos professores. Além disso, é um ensino totalmente voltado à prática”, conta o estudante Adriano Esturilho, aluno do sexto período da FAP.

Com um estúdio pronto até o momento, o projeto da escola, até o término de 2009, é finalizar a construção de outros três. Com isso, a infra-estrutura do curso poderia ser aberta para todo tipo de produção. “Com projetos de fora na escola, os estudantes terão a oportunidade de conversar com profissionais. Isso seria muito importante para fomentar o cinema paranaense”, finaliza Baggio.

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Inscrições abertas para o II Seminário de Cinema Digital 2008

Estarão abertas a partir da próxima segunda-feira (12) as inscrições para o II Seminário de Cinema Digital, que será promovido pela Fundação Cultural de Curitiba de 27 a 29 de maio, na Cinemateca. As inscrições são gratuitas, mas as vagas para o seminário são limitadas.
Os participantes terão direito a certificado. O II Seminário de Cinema Digital debaterá questões relacionadas às novas mídias audiovisuais. Serão abordados aspectos da preservação digital, das novas tecnologias da imagem e das novas mídias usadas na produção cinematográfica. Participam do encontro o cineasta Jorge Bodanzky, diretor de Os Mukers e Iracema e coordenador de projetos de inclusão digital; o diretor de fotografia Carlos Ebert, que atuou em
filmes como O Bandido da Luz Vermelha, de Eduardo Sganzerla; e Rodrigo Mercês, do Laboratório de Restauração da Cinemateca Brasileira.

Serviço:
II Seminário de Cinema Digital
Data: de 27 a 29 de maio, às 19h30
Local: Cinemateca de Curitiba – R. Carlos Cavalcanti, 1174
Inscrições: de 12 a 21 de maio, das 9h às 12h e das 14h às 17h, na
secretaria da Cinemateca.
Informações: 3321-3252

Mostra David Cronemberg 2008

Dia 12: Gêmeos, Mórbida Semelhança (1988)
Dia 13: A Mosca (1986)
Dia 14: Marcas da Violência (2005)
Dia 15: A Hora da Zona Morta (1983)
Dia 16: Videodrome – A Síndrome do Vídeo (1982)

Horário: 13h e 16h | Local: Espaço Cultural Cinevídeo | Ingresso: Gratuito

“Atrizes” de Rafael Urban 2008

No dia 14 de maio (quarta), às 19h30, o nosso tradicional encontro do díinamo não será no paralelo, e sim no Sesc Água Verde, onde será exibido pela primeira vez o curta documental “Atrizes”, do nosso querido diretor e amigo Rafael Urban. A entrada é franca.

A sessão faz parte da mostra Documentário e Subjetividade, com curadoria de Eduardo Baggio e Ana Lesnovski. O filme é o primeiro em que assino a direção sozinho desde a minha estréia, com João e Maria, em 2006. As fotos e o conceito do cartaz (em anexo) são de Ana Málaga, com arte de Lucía Alvarez, a artista também responsável pela arte gráfica do 5º Putz. O projeto teve a participação fundamental de três atrizes: Sheylli Caleffi, Pagu Leal e Sílvia Monteiro. Trabalho que também não seria possível sem a inestimável participação da Fita Crepe Filmes, produtora do curta.cartaz_atrizes_com_data_-_3.jpg

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Sandra Kogut 2008

Sandra Kogut (Rio de Janeiro, 1965) é uma cineasta brasileira. Estudou filosofia e comunicações na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Especializada em video-arte e documentários, seu trabalho é caracterizado por experimentos de edição não-linear, abordando temas que visam criar alguma intervensão no espectador, em relação a questões sociais.

vjea aqui a entrevista com a diretora na revista moviola >>

Trabalhos

Mutum (2007)

Longa-metragem inspirado no livro “Campo Geral” de João Guimarães Rosa.

Um Passaporte Húngaro (2001)

Documentário que questiona o que é uma nacionalidade, para que serve um passaporte, e o que herdamos. Baseado na própria experiência de Sandra Kogut, que é judia. Ela entrou em contato com a Embaixada da Hungria na França para um pedido de passaporte, visando procurar a família.

Adieu Monde (or Pierre and Claire’s Story) (1998)

Vídeo sobre a fábula de um jovem pastor que havia desaparecido e da garota que o seguiu na floresta, contado por aldeões franceses nos Pirineus. Cada versão contada revela a fascinação universal do romance e do inatingível. Este vídeo brinca com o gosto que alguns turistas têm em procurar lendas em locais míticos, criticando a autenticidade dos fatos conforme vão sendo contados.

Lá e Cá (1995)

Vídeo de 25 minutos rodado na periferia do Rio com questionamentos sobre o sentimento de estar aqui e longe daqui. A história é sobre uma garota do subúrbio, interpretada pela Regina Casé, que está na dúvida em continuar a morar onde está ou ir se juntar à irmã que foi embora.

* Seleção Oficial do Festival de Clermont-Ferrand na França, em 1996.

En français (1993)

Vídeo de 17 minutos com cenas cotidianas gravadas quase em tempo real, editadas para formar uma história de amor. Sandra Kogut gravou, durante um ano, várias cenas do cotidiano, juntando os diálogos das pessoas para compor uma história.

Parabolic People (1991)

Vídeo em que pessoas de vários países ficavam a sós dentro de uma cabine com uma câmera durante 30 segundos. A autora instalou uma câmera numa cabine e convidou pessoas de vários países. As cenas vão se acumulando na tela conforme vão se encerrando, entrando em loop assim que terminam. Além dos vídeos simultâneos, também são exibidos alguns quadros com texto em movimento. A autora aproveita a miscelânea para fazer questionamentos acerca da veracidade do que se vê na televisão; e se o que está sendo transmitido faz parte do universo dos telespectadores. Em outros quadros se discute o bairrismo, o racismo e a globalização.

Este formato foi utilizado mais tarde para dois programas da Rede Globo.

What do You Think People Think Brazil Is? (1990)

Vídeo de cinco minutos com imagens comuns ao cotidiano brasileiro e discursos delirantes de turistas estrangeiros sobre esse país exótico do Hemisfério Sul. Este vídeo possui a função de anti-retrato do Brasil, fazendo uma crítica da imagem divulgada do nosso país.

Videocabines são Caixas Pretas (1990)

Vídeo de cinco minutos com uma coleção de depoimentos, mensagens ou performances de pessoas comuns, em cabines fechadas, instaladas em locais públicos do Rio de Janeiro, com liberdade para fazer qualquer coisa.

MAM/Rio Hoje (1989)

Documentário de nove minutos com depoimentos sobre o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e sua história durante a reinauguração, após a reforma do incêncio que o teria destruido em 1978.

Andréia Andróide (1988)

Vídeo para a canção escrita pelo poeta Chacal e musicada pelo ex-guitarrista da banda Blitz, Ricardo Barreto. No vídeo, o vocalista (que interpreta um mecânico) narra a história de uma andróide com roupa sadomasoquista perdida nas ruas do Rio de Janeiro. Cada quadro do vídeo é ele contando os lugares em que ela passou e as “bocas” que freqüenta para se divertir.

Esse vídeo é muito parecido com o clip Juliette (1988) produzido para uma música de Fausto Fawcett e Laufer, com imagens sobrepostas, tentando referenciar o mundo pop.

Prêmios

* Melhor Roteiro - Videobrasil 1988
* Melhor Edição (U-Matic) - Videobrasil 1988

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diínamo 30 de abril às 20hs no paralelo 2008

Díinamo, Núcleo de Cinema e Abadias Medievais convida para,
nesta quarta-feira, 30 de abril, às 20h, exibição dos curtas de Eloi Pires Ferreira
e debate acerca de O SAL DA TERRA.

VALDIR & RUTE
1997, 35mm, 15 min
História de dois catadores de papel que se defrontam com um dilema após receberem em
casa um fogão roubado.

Participação no Festival de Amiens, França, Festival de Curtas-Metragens de São
Paulo e Rio de Janeiro, Fórum de Porto Alegre, entre outros. Prêmio de Melhor
Montagem.

POLACO DA NHANHA
2001

Um avô polaco conta suas histórias à moda antiga, disputando a atenção do neto
interessado em seriados de TV.

Menção Honrosa na 28a Jornada de Cinema da Bahia, Prêmio de Ator Revelação no 6o
Festival do Recife, Melhor Direção de Arte e Ator Revelação no 25o Festival do
Maranhão.

endereço:
p a r a l e l o: centro de artes visuais, rua conselheiro araújo, 315

Díinamo, Núcleo de Cinema reúne-se todas as quartas-feiras para discutir estética e
produção cinematográfica.
Organização: Josiane Orvatich e Terence Keller

O Sal da Terra 2008

Para quem perdeu o lançamento de O Sal da Terra, Filme em 35 mm de Eloi Pires Ferreira, confira aqui as salas de Exibição:

CINEPLUS XAXIM
Av. Francisco Derosso, 3.488.
Shopping & Sports Xaxim Fone: 3074-6020 / 3074-6010

CINEPLUS JD. DAS AMÉRICAS
Cineplus Jardim das Américas
Av. N. Sra de Lourdes, 63. - 2o. andar
Shopping Jardim das Américas Fone: 3029-7099

CINEPLUS CAMPO LARGO
Rua XV de Novembro, 2.295.
Shopping XV
Campo Largo - PR
Fone: 3032-1956

CINE ÁGUA VERDE
Avenida República Argentina, no. 1927. Água Verde
Fone: 3244-5272

UNIBANCO ARTEPLEX
Shopping Crystal Plaza
Rua Comendador Araújo, 731. – Batel

Os Dias cinzas 2008

Lançamento do curta metragem “Os Dias Cinzas”
Local: Cinemateca de Curitiba – Rua Carlos Cavalcanti N° 1174
Data: 29 de abril
Horário: 20:00
Entrada Franca

Direção: Bruno de Oliveira
Produção: Processo Filmes
Co-Produção: Alumiar Filmes e QFilmes
Gênero/Duração: Ficção — 20 minutos
Informações: Bruno - (41)9915-0953 / Diko - (41) 8869-7565

trailer?
http://www.youtube.com/watch?v=74H2AAyyHfQ

 


Se for, convide os amigos. Caso não possa ir, convide mesmo assim.

www.alumiarfilmes.com




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