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		<title>“Alquimia” = nova individual que Guy Veloso no Rio de Janeiro.</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 12:29:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[exposições - do lado de lá]]></category>

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		<description><![CDATA[As  Cores da Religiosidade Brasileira em Exposição no Rio

“Alquimia”  é nova individual que Guy Veloso inaugura dia 12 de março às 19h no  Ateliê  da Imagem Espaço  Cultural no Rio de Janeiro.
São  21 imagens coloridas cuja temática “religiosidade popular brasileira”  segue a  pesquisa do autor que já dura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As  Cores da Religiosidade Brasileira em Exposição no Rio</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.overmundo.com.br/uploads/agenda/img/1267656792_guyveloso9.jpg" alt="" width="440" height="295" /></p>
<p>“Alquimia”  é nova individual que Guy Veloso inaugura dia 12 de março às 19h no  Ateliê  da Imagem Espaço  Cultural no Rio de Janeiro.</p>
<p>São  21 imagens coloridas cuja temática “religiosidade popular brasileira”  segue a  pesquisa do autor que já dura 15 anos. Parte deste trabalho foi mostrado  ano  passado no Festival FotoRio com a exposição “Entre a Fé e a Febre:  Retratos”,  com imagens em preto-e-branco.</p>
<p>A  captação das imagens foi feita entre 2002 e 2010 em 11 Estados do Norte, Nordeste,  Centro-oeste, Sudeste e Sul em épocas específicas de festas, procissões,  rituais  e romarias. Curiosamente, uma das fotos foi  tomada no 1º. minuto de 2010, na praia de Campeche, em Florianópolis.  Outro dado interessante é que todas as fotos foram feitas com  máquinas analógicas e filmes diapositivos, algo raríssimo hoje em dia.</p>
<p>Guy  Veloso nasceu (1969) e trabalha em Belém-PA, metrópole de 1,5 milhões de   habitantes no coração da Amazônia, um pólo cultural efervescente. De  formação  acadêmica em Direito, é fotógrafo independente desde 1988.  Membro da  Fotoativa, famosa Associação fundada em Belém há 25 anos por Miguel  Chikaoka, é  um dos expoentes da nova fotografia paraense, considerada uma das mais  criativas  do país.</p>
<p>Já  em 1998 realizou (com apoio técnico de Antonio Fonseca) a primeira <em>vernissage</em> transmitida ao vivo pela  Internet no Brasil, uma das pioneiras do gênero no mundo. Em 2007 foi  tema de um  documentário para TV dirigido por Débora 70 (Canal Brasil/NET). No mesmo  ano  integra o livro “Fotografia no Brasil, Um olhar das Origens ao  Contemporâneo”,  de Angela Magalhães e Nadja Peregrino.</p>
<p>Em ensaios  autorais usa apenas lentes 35mm para, como ele diz, “ter que chegar  ainda mais  perto das pessoas”, o que em muitos casos acaba se tornando um  verdadeiro  “corpo-a-corpo” durante grandes procissões e romarias.</p>
<p>Seu  trabalho recebeu publicações nacionais e internacionais e compõe os  acervos da  University of Essex Collection of Latin American Art,  Colchester-Inglaterra,  Coleção Nacional de Fotografia, Centro Português de Fotografia,  Porto-Portugal,  Coleções Rosely Nakagawa, Joaquim Paiva/Museu de Arte Moderna do Rio de  Janeiro  e Pirelli/MASP.</p>
<p>A mostra  “Alquimia” ficará até 30 de abril de 2010, de segunda a sexta das 10h às  21h,  sábados das 10h às 17h. A curadoria é de Cláudia Buzzetti e Patrícia  Gouveia. O  Ateliê da Imagem fica a Rua Pasteur, 453, Urca (perto do Bondinho), Rio  de  Janeiro-RJ.</p>
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		<title>De 1,0 ponto ao outro</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 19:27:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[exposições - curitiba]]></category>

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		<description><![CDATA[
“De 1,0 ponto ao outro”
Composta por videoinstalações e objetos, a exposição “ De 1,0 ponto ao outro”, do artista visual Dach, irá apresentar uma série de trabalhos realizados entre 2008 e 2010. O artista que trabalha com diferentes mídias, tem a manipulação tecnológica e o artesanal como elementos presentes em seus últimos trabalhos. Sua obra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://farm5.static.flickr.com/4059/4382201831_ec54c5697b.jpg" alt="" width="500" height="345" /><br />
“De 1,0 ponto ao outro”</p>
<p>Composta por videoinstalações e objetos, a exposição “ De 1,0 ponto ao outro”, do artista visual Dach, irá apresentar uma série de trabalhos realizados entre 2008 e 2010. O artista que trabalha com diferentes mídias, tem a manipulação tecnológica e o artesanal como elementos presentes em seus últimos trabalhos. Sua obra questiona a habitação dos corpos inseridos no mundo, a inversão do próprio lugar de existência corporal e a expansão do território em outro meio ou contexto. Neste caso, os equipamentos servem como mediadores para reordenar o lugar. Dach propõe uma exploração territorial procurando embates entre corpo e espaço.</p>
<p>DACH – Daniel Chaves possui pós graduação em História da Arte   Contemporânea pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná / EMBAP   (2007) e graduação em Artes Visuais pela Universidade Tuiuti do Paraná   (2005). Participou da exposição coletiva “semi-novos” na Fundação   Cultural de Curitiba, espaço Moinho Rebouças (2004); “núcleo de gravura”   no Solar do Barão; exposição individual “auto-retrato” ,na Galeria   Adalice Araújo ; Salão da Primavera, no Clube Concórdia (2006); Projeto   “Cerco das artes”, nas ruas da Lapa; coletiva “Bicicleta Arte   Mobilidade”, no Centro de Criatividade de Curitiba (2007); coletiva   “Intervalos”, na Casa Andrade Muricy; Mostra Latino Americana de Filmes   de Arte, no Paço das Artes , em Curitiba e SESC – Maringá; coletiva de   vídeo “Projeto Mezanino”, no Centro de Criatividade de Curitiba   (2008);individual “Projeto DEL.eite”, no Museu de Arte Contemporânea do   Paraná e “Organismos” no SESC da esquina (2009), entre outras.</p>
<p><strong><br />
Serviço:<br />
</strong>Abertura 11 de março de 2010 às 18h:30<br />
A exposição permanecerá aberta até o dia 18 de abril de 2010</p>
<p><strong>Horário de visitação:<br />
</strong>Terça a Sexta-feira das 10 às 19h<br />
Sábado e Domingo das 10 às 16h<strong><br />
<em>Entrada gratuita</em></strong></p>
<p><strong>Casa Andrade Muricy<br />
</strong>Alameda Dr. Muricy, 915 – Centro<br />
80020-040 Curitiba PR</p>
<p><strong>fone </strong>(41) 3321-4798<strong><br />
</strong>www.cam.cultura.pr.gov.br<strong><br />
</strong>cmuricy@seec.pr.gov.br</p>
]]></content:encoded>
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		<title>nem tudo é provisório</title>
		<link>http://www.paralelocentro.com.br/2010/03/10/nem-tudo-e-provisorio/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 13:46:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[exposições - curitiba]]></category>

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		<description><![CDATA[

Na próxima quinta-feira, dia 11 de março, a partir das  18h30 é a abertura da exposição nem tudo é provisório, de  Eliana Borges e Roseane Yampolschi.
Sobre a exposição? No texto  do catálogo Eliana escreve: &#8220;em nem tudo é provisório, o tempo,  que na música é o elemento principal, se une a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><a href="http://blogdocorona.blogspot.com/2010/03/eliana-borges-e-roseane-yampolschi.html"><br />
</a></h3>
<p>Na próxima quinta-feira, dia 11 de março, a partir das  18h30 é a abertura da exposição <em>nem tudo é provisório</em>, de  Eliana Borges e Roseane Yampolschi.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://1.bp.blogspot.com/_mPW7L6rzD6Q/S5GncX0EUWI/AAAAAAAAAOc/jmZl8z7aXpI/s1600/convite.jpg" alt="" width="705" height="564" />Sobre a exposição? No texto  do catálogo Eliana escreve: &#8220;em <em>nem tudo é provisório</em>, o tempo,  que na música é o elemento principal, se une a outros aspectos das  artes visuais: luz, cor, espaço físico e objeto. a visualidade, a  performance e a plasticidade são elementos secundários ou mesmo  inexistentes na criação musical tradicional. nesta pesquisa, o sentido  da escuta se integra ao espaço plástico e faz repercutir não somente as  qualidades materiais dos objetos e sua relação com a arquitetura mas a  ressonância de nossos corpos – daí deriva a percepção de nós mesmos em  diálogo ativo entre as pessoas e as coisas.&#8221;</p>
<p>E Roseane: &#8220;da  natureza da arte interdisciplinar, diz-se que ela nasce e permanece  híbrida. é o limite entre as suas bordas que atualiza a inter-relação  entre os seus universos artísticos materiais e prevalecentes; é o limite  entre as suas estórias que move as expectativas criadas pela memória,  imaginação e sentidos. da natureza interdisciplinar, diz-se que ela  nasce híbrida, conjugada e imperfeita como uma estrela.&#8221;</p>
<p><a href="http://2.bp.blogspot.com/_mPW7L6rzD6Q/S5GnA3GTcaI/AAAAAAAAAOU/iLN_hThrd-Q/s1600-h/033.JPG"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5445317057699869090" style="margin: 0px 10px 10px 0px; width: 400px; float: left; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_mPW7L6rzD6Q/S5GnA3GTcaI/AAAAAAAAAOU/iLN_hThrd-Q/s400/033.JPG" border="0" alt="" /></a><em>nem tudo é provisório *<br />
</em><span style="font-size: 85%;">manoel ricardo de lima<br />
</span><br />
eliana me  escreve e conta que todos os títulos são provisórios. depois ela  continua e diz firme que gosta de frases. pede pra eu ligar, que posso  ligar a cobrar, que ela está com problemas com a telefônica, que ela não  consegue, sempre dizem que meu número não existe. que talvez eu viesse a  curitiba, mas curitiba agora é longe. ela parece rir disso tudo e  comenta, por fim, que caímos numa cilada. remeto imediatamente esta fala  aparentemente à toa, mas nunca desleixada, de eliana borges ao que mais  parece lhe interessar em todo o seu trabalho, como uma desconfiança: o  lance em desequilíbrio e ininterrupto de que nem tudo é provisório. e se  isto aparece como título nem é preciso esticar demais o olho: nem tudo é  provisório. e isto é uma repetição, mas não um enfado. porque isto é,  no trabalho de eliana borges, uma política e uma diferença. e aí,  desavisados, podemos nos enganar a todos, porque ela mesmo nos avisa  abrupta e distraidamente: você sempre pode cair numa cilada ou, como um  cancro aberto no mundo e na história e com seu corpo incluso, já caímos  todos numa cilada.</p>
<p>a tarefa imprecisa e generosa do encontro da  artista visual eliana borges com a música de roseane yampolschi é armar  uma tensão nisto a partir do que elas chamam de instalações sonoras. e  esta linha tensa só aparece menos tênue e mais rigorosa nestas  instalações quando algum espectador minimamente aberto e atento desdobra  a questão do quanto pode uma cilada, até onde pode uma cilada, até  quando pode uma cilada, até se e se numa cilada o que somos etc. e se  toda arte é ardil, emboscada, astúcia, armadilha e impasse, este  encontro e esta conversa de eliana e roseane reiteram o passo e desfazem  algumas pegadas severas e marcadas. e, assim, é possível pensar numa  saída tangente de um plano meramente estético da arte para uma inserção  ativa de participação ética, é possível pensar que ao mover a história  para abrir nela um buraco se abre também outro espaço de percepção, uma  desconfiança e uma cilada. o trabalho de eliana borges se junta à música  de roseane yampolschi para aumentar o tamanho dessa possibilidade, para  aumentar o tamanho desse desdobramento e rasgar a história pelas  beiradas.</p>
<p>e são as beiradas [pelas beiradas], neste trabalho de  eliana e roseane, que se movem porque desfazem qualquer ideia de centro.  mas nem tudo é beira, e onde nem tudo é beira é porque nem tudo é  centro. repare que, atônitos e sem mapa, ficamos quietos e em silêncio  devido a uma música que pinga sorrateira dentro de nossos ouvidos. isto  nos leva a um outro desenho de nós mesmos, ou a um outro desenho do  cosmo, como aquele imaginado por platão no timeu: dizia ele que o cosmo é  uma imagem móvel da eternidade que se constitui numa dimensão de  extremos, e qualquer tentativa de mensurá-lo se apresenta como descabida  ou é uma tentativa que parte sempre de uma expressão inadequada. nos  damos conta de nossa insuficiência e da insuficiência do espaço onde  estamos e, principalmente, de nossa relação com o espaço, entre sons  avariados e qualquer sentido de lugar. se ocupamos o espaço com aquilo  que colocamos nele para matar o tempo, lembramos e esquecemos que  colocar é, sempre, deixar ao lado ou deixar de lado. manter e aniquilar:  aufhebung. este é um ponto circular e interessantíssimo destas  instalações sonoras.</p>
<p>e note-se: estas instalações sonoras são uma  compósita, uma arquitetura nascente e movente de sons e de barro em que  nem tudo é margem e nem tudo é dobra, nem tudo é linha e nem tudo é  canto. daí tudo pode vir como evocação e também como esquecimento no  meio desta mistura de barro e som, como um desamparo. um apontamento de  que toda memória é plena de esquecimento, de que todo esquecimento é  pleno de quase nada, e de memória. repare que, atônitos e sem mapa,  voltamos a ficar quietos e em silêncio diante de pequenos seres redondos  quase jogados ao léu no meio desta sala, da sala ao lado e de mais uma  terceira sala. é esta trinca de salas que refaz o jogo com o espaço  descentrado. nelas, soltos e famintos, estes pequenos seres de cerâmica  se abrem como se um casulo errado, como se mínimos instrumentos musicais  de uma origem que lambe o primitivo do mundo e do homem: a cada um o  seu gosto, a sua falta, algum desejo, algumas afecções e todas as  imagens desordenadas de nossa ordem coletiva.</p>
<div>se  totens ou cifras tanto faz. sagradas ou profanas, a quem cabe? profanar  o improfanável vem como tarefa política e ética do risco afirmativo  deste trabalho de eliana borges e roseane yampolschi: nem tudo é  provisório. e por isso, diante deste trabalho, passamos a morar numa  pulsão desmedida para recuperar alguma cena ancestral no meio destes  pequenos seres desconjuntados de buraco e música: pegar e ouvir, tocar e  remoer, entrar neles etc. participar deles com o nosso mais embaraçado  desejo de retirar e restituir a cada um deles e a nós um uso comum, para  gerar um princípio constitutivo de uma comunidade possível: desejar é a  coisa mais simples e humana que há, o corpo dos desejos é uma imagem, o  que é inconfessável no desejo é a imagem que dele fizemos, o desejo  inconfessado somos nós mesmos etc, diz giorgio agamben. e o que e o  quanto ainda se pode dizer quando e onde nem tudo é provisório?</div>
<div></div>
<div>*  <span style="font-size: 78%;">escrito especialmente para o catálogo da  exposição <em>nem tudo é provisório</em></span></div>
<div></div>
<div><span style="font-size: 78%;"><em>fonte: blog do corona: </em></span>http://blogdocorona.blogspot.com/</div>
<div></div>
<div>
<p><strong><br />
Serviço:<br />
</strong>Abertura 11 de março de 2010 às 18h:30<br />
A exposição permanecerá aberta até o dia 18 de abril de 2010</p>
<p><strong>Horário de visitação:<br />
</strong>Terça a Sexta-feira das 10 às 19h<br />
Sábado e Domingo das 10 às 16h<strong><br />
<em>Entrada gratuita</em></strong></p>
<p><strong>Casa Andrade Muricy<br />
</strong>Alameda Dr. Muricy, 915 – Centro<br />
80020-040 Curitiba PR</p>
<p><strong>fone </strong>(41) 3321-4798<strong><br />
</strong>www.cam.cultura.pr.gov.br<strong><br />
</strong>cmuricy@seec.pr.gov.br</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>4 Exposições simultâneas na Casa Andrade Muricy</title>
		<link>http://www.paralelocentro.com.br/2010/03/10/4-exposicoes-simultaneas-na-casa-andrade-muricy/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 13:42:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[exposições - curitiba]]></category>

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		<description><![CDATA[No  período de 11 de março a 18 de abril de 2010, a Casa Andrade Muricy  estará apresentando 4 exposições simultâneas:
Arte  e Colecionismo &#8211; Fotografia
De  um Ponto ao Outro &#8211; DACH
Nem  Tudo é Provisório &#8211; ELIANA BORGES E ROSEANE YAMPOLSCHI
FELIPE  SCANDELARI

Serviço:
Abertura 11 de março de 2010 às 18h:30
A exposição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No  período de 11 de março a 18 de abril de 2010, a Casa Andrade Muricy  estará apresentando 4 exposições simultâneas:</p>
<h1><strong>Arte  e Colecionismo &#8211; Fotografia</strong></h1>
<h1><strong>De  um Ponto ao Outro &#8211; DACH</strong></h1>
<h1><strong>Nem  Tudo é Provisório</strong><strong> &#8211; ELIANA BORGES E ROSEANE YAMPOLSCHI</strong></h1>
<h1><strong>FELIPE  SCANDELARI</strong></h1>
<p><strong><br />
Serviço:<br />
</strong>Abertura 11 de março de 2010 às 18h:30<br />
A exposição permanecerá aberta até o dia 18 de abril de 2010<strong></strong></p>
<p><strong>Horário de visitação:<br />
</strong>Terça a Sexta-feira das 10 às 19h<br />
Sábado e Domingo das 10 às 16h<strong><br />
<em>Entrada gratuita</em></strong></p>
<h1><strong>Saiba Mais:<em><br />
</em></strong></h1>
<p><img src="http://www.cam.cultura.pr.gov.br/arquivos/Image/fev_image%281%29.jpg" alt="" width="497" height="997" /></p>
<p><strong>Arte e Colecionismo &#8211; Fotografia.<br />
</strong><br />
<em>Fotos e portfólios dos fotógrafos Ana Regina Nogueira, Bob  Wolfenson, Cristiano Mascaro, Luciano Candisani e Orlando Azevedo.<br />
</em><br />
11 de março a 18 de abril de 2010<br />
<strong>Casa Andrade Muricy</strong></p>
<p>A Schoeler Editions, especializada em edições limitada de  portfólios,  livros artesanais e prints fine art, apresenta nesta exposição na Casa  Andrade  Muricy, fotografias e portfólios de seu acervo; os trabalhos  dos cinco artistas que integram o projeto &#8211; Ana Regina Nogueira, Bob  Wolfenson, Cristiano Mascaro, Luciano Candisani e Orlando Azevedo.<br />
A Schoeler Editions tem como missão abrir espaço para a fotografia  autoral, divulgando, através de edições limitadas de portfólios e  prints, trabalhos de grandes fotógrafos brasileiros e internacionais. O  trabalho integrado da Schoeler Editions parte da seleção de fotógrafos  de expressão internacional, e segue um caminho contínuo e exclusivo de  valorização e divulgação da arte  através da publicação e exposição das  obras em prints de máxima qualidade, enfatizando a emoção e a poesia do  artista como ponto de apoio principal de todo o projeto.<br />
Os editores Christian Maldonado e Marcelo Greco iniciaram suas  atividades convidando o diretor artístico Pierre Devin para criar e  lançar no Brasil esta série de portfólios chamado Projet Croix du Sud.<br />
www.schoelereditions.com</p>
<p><img src="http://www.cam.cultura.pr.gov.br/arquivos/Image/marco_2010/sem_titulo_01.jpg" alt="" width="350" height="235" /><br />
Ana Regina Nogueira<br />
Sem título &#8211; Rio de Janeiro 1987 &#8211; Série Crianças</p>
<p>“Esta autobiografia fotográfica será o lugar de uma reconstrução pessoal  após uma crise existencial, que chama de inferno. A Noite Escura da  Alma revela este período de sofrimentos e de loucura. A escrita  fotográfica é de uma grande força e emerge como um grito”.</p>
<p>“Ana Regina Nogueira é uma autora que sempre considerou a sua vida  íntima como assunto de interesse fotográfico. Sob este ângulo, ela  pertence à linhagem de Jacques Henri Lartigue, Robert Frank, Willy  Ronis, Emile Zola e até mesmo Henri Cartier Bresson no seu período  surrealista”.</p>
<p>Trechos do texto de Pierre Devin, Portfólio Ana Regina Nogueira</p>
<p><img src="http://www.cam.cultura.pr.gov.br/arquivos/Image/marco_2010/shangai.jpg" alt="" width="350" height="235" /><br />
Bob Wolfenson<br />
Shangai 2007</p>
<p>“Cinépolis começa como Alphaville de Godard e Mulholland Drive de Lynch:  uma trama policial, uma investigação em uma cidade global, uma  identidade a ser encontrada, um mundo de imagens&#8230; A aventura começa à  noite, continua na cidade esquadrinhada pelos dispositivos de segurança e  de vigilância,prossegue em uma bela fuga em direção à luz, ao mar, à  infância. Alice nas Cidades, Paris-Texas nos vêm à mente”.</p>
<p>“Para Cinépolis, série inédita, o fotógrafo escolheu uma câmera digital  de reportagem propícia à aventura. Ele buscava uma maleabilidade análoga  à da Nikon com a qual descobriu, com emoção, o mundo e a fotografia na  adolescência”.</p>
<p>Trecho do texto de Pierre Devin, Portfólio Cinépolis de Bob Wolfenson</p>
<p><img src="http://www.cam.cultura.pr.gov.br/arquivos/Image/marco_2010/ouro_preto.jpg" alt="" width="350" height="349" /><br />
Cristiano Mascaro<br />
Ouro Preto 1991</p>
<p>“Cristiano Mascaro é um profundo humanista. Seu olhar é centrado sobre a  vida, sobre a maneira pela qual os homens se apropriam e vivem do  espaço. Os lugares de passagem, domésticos ou urbanos, o atraem. Para  ele, um buquê de flores, uma gaiola de passarinho, uma cortina que  ondula fazem parte do espírito do lugar, tanto quanto o valor do gesto  arquitetural”.</p>
<p>“A luz está no centro das preocupações do autor. Diante dela, ele  respeita todo um ritual de abordagem. Eu o sinto dionisíaco face a esta  fonte de vida e de energia. Mais do que uma postura metafísica, é fiel à  etimologia, ele efetivamente escreve com a luz”.</p>
<p>Trechos do texto de Pierre Devin, Portfólio Cristiano Mascaro</p>
<p><img src="http://www.cam.cultura.pr.gov.br/arquivos/Image/marco_2010/piraputangas.jpg" alt="" width="350" height="233" /><br />
Luciano Candisani<br />
Piraputangas &#8211; 2005</p>
<p>“A água é sempre o fio condutor. Fonte de vida, este elemento é  fortemente maltratado. Sua abordagem do comportamento, a relação do  animal em seu ambiente e sua degradação, interrogam com força o gênero  humano. Somos passageiros da mesma arca. Trata-se do nosso futuro  próximo. Não é mais um luxo apenas pretender acabar com a exploração  selvagem do planeta”.</p>
<p>“A maioria dos fotógrafos autores participa na constituição de um  bestiário fotográfico. A vaca publicada por Blanquart Evrard em 1853, a  tartaruga de Josef Koudelka, a galinha de Edouard Boubat, a cadela de  Richard Kalvar, o cachorro de Valparaiso de Sergio Larrain, as gaivotas  de Bernard Plossu, o porco cego de Marc Trivier, a raposa congelada de  Daniel Michiels e o dogue feroz de Ana Regina Nogueira, alimentam o  nosso imaginário coletivo tornando-se ícones”.</p>
<p>Trecho do texto de Pierre Devin, Portfólio Histórias Naturais de Luciano  Candisani</p>
<p><img src="http://www.cam.cultura.pr.gov.br/arquivos/Image/marco_2010/orlando.jpg" alt="" width="350" height="350" /><br />
Orlando Azevedo</p>
<p>“O mais belo enquadramento de um fragmento do real é sempre, antes de  tudo, o mais belo enquadramento, o ponto de vista que a história do  artista lhe fornece.<br />
E a fotografia, que é a arte de traduzir a espessura do real pela  espessura do olhar cultural e biológico do fotógrafo, exige esse  acumular de conhecimentos e de sensibilidades que procura apropriar-se  do mistério de ser sem existir e estar, enquanto ausente”.</p>
<p>“É evidente que Orlando de Azevedo sabe do mundo e sabe da fotografia:  sente a arte e a consciência da arte nesta era da mediação pela imagem,  porque é  mediador da escrita, da imagem e da acção. Devemos-lhe isso  tudo quando olhamos as suas fotografias. Estas são imagens envolvidas de  signos, no preto e branco agressivamente histórico que declara o seu,  um universo paralelo, onde a paisagem não é a realidade mas um portal  que a ela nos conduz”.</p>
<p>Trecho do texto de Maria do Carmo Serén, Portfólio Orlando Azevedo</p>
<h1>De um Ponto ao Outro &#8211; DACH</h1>
<p><img src="http://farm5.static.flickr.com/4059/4382201831_ec54c5697b.jpg" alt="" width="500" height="345" /><br />
“De 1,0 ponto ao outro”</p>
<p>Composta por videoinstalações e objetos, a exposição “ De 1,0 ponto  ao outro”, do artista visual Dach, irá apresentar uma série de trabalhos  realizados entre 2008 e 2010. O artista que trabalha com diferentes  mídias, tem a manipulação tecnológica e o artesanal como elementos  presentes em seus últimos trabalhos. Sua obra questiona a habitação dos  corpos inseridos no mundo, a inversão do próprio lugar de existência  corporal e a expansão do território em outro meio ou contexto. Neste  caso, os equipamentos servem como mediadores para reordenar o lugar.  Dach propõe uma exploração territorial procurando embates entre corpo e  espaço.</p>
<p>DACH – Daniel Chaves possui pós graduação em História da Arte  Contemporânea pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná / EMBAP  (2007) e graduação em Artes Visuais pela Universidade Tuiuti do Paraná  (2005). Participou da exposição coletiva “semi-novos” na Fundação  Cultural de Curitiba, espaço Moinho Rebouças (2004); “núcleo de gravura”  no Solar do Barão; exposição individual “auto-retrato” ,na Galeria  Adalice Araújo ; Salão da Primavera, no Clube Concórdia (2006); Projeto  “Cerco das artes”, nas ruas da Lapa; coletiva “Bicicleta Arte  Mobilidade”, no Centro de Criatividade de Curitiba (2007); coletiva  “Intervalos”, na Casa Andrade Muricy; Mostra Latino Americana de Filmes  de Arte, no Paço das Artes , em Curitiba e SESC – Maringá; coletiva de  vídeo “Projeto Mezanino”, no Centro de Criatividade de Curitiba  (2008);individual “Projeto DEL.eite”, no Museu de Arte Contemporânea do  Paraná e “Organismos” no SESC da esquina (2009), entre outras.</p>
<h1>Nem Tudo é Provisório</h1>
<p>(&#8230;) e note-se: estas instalações sonoras são uma compósita, uma  arquitetura nascente e movente de sons e de barro em que nem tudo é  margem e nem tudo é dobra, nem tudo é linha e nem tudo é canto. daí tudo  pode vir como evocação e também como esquecimento no meio desta mistura  de barro e som, como um desamparo. um apontamento de que toda memória é  plena de esquecimento, de que todo esquecimento é pleno de quase nada, e  de memória. repare que, atônitos e sem mapa, voltamos a ficar quietos e  em silêncio diante de pequenos seres redondos quase jogados ao léu no  meio desta sala, da sala ao lado e de mais uma terceira sala. é esta  trinca de salas que refaz o jogo com o espaço descentrado. nelas, soltos  e famintos, estes pequenos seres de cerâmica se abrem como se um casulo  errado, como se mínimos instrumentos musicais de uma origem que lambe o  primitivo do mundo e do homem: a cada um o seu gosto, a sua falta,  algum desejo, algumas afecções e todas as imagens desordenadas de nossa  ordem coletiva.</p>
<p>se totens ou cifras tanto faz. sagradas ou profanas, a quem cabe?  profanar o improfanável vem como tarefa política e ética do risco  afirmativo deste trabalho de eliana borges e roseane yampolschi: nem  tudo é provisório. e por isso, diante deste trabalho, passamos a morar  numa pulsão desmedida para recuperar alguma cena ancestral no meio  destes pequenos seres desconjuntados de buraco e música: pegar e ouvir,  tocar e remoer, entrar neles etc. participar deles com o nosso mais  embaraçado desejo de retirar e restituir a cada um deles e a nós um uso  comum, para gerar um princípio constitutivo de uma comunidade possível:  desejar é a coisa mais simples e humana que há, o corpo dos desejos é  uma imagem, o que é inconfessável no desejo é a imagem que dele fizemos,  o desejo inconfessado somos nós mesmos etc, diz giorgio agamben. e o  que e o quanto ainda se pode dizer quando e onde nem tudo é provisório?</p>
<p>manoel ricardo de lima<br />
In: nem tudo é provisório, catálogo, 2010</p>
<p><img src="http://www.cam.cultura.pr.gov.br/arquivos/Image/marco_2010/detalhe_350_px.jpg" border="2" alt="" hspace="2" vspace="2" width="350" height="262" align="left" />Eliana  Borges possui pós graduação em História da Arte pela  Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP/SP (1988) graduada em Artes  Plásticas pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo – FEBASP (1986).  Autora dos livros de fotografia Arteiros (Curitiba, FCC, 1998),  Tortografia, em parceria com Ricardo Corona (1.ª edição: Curitiba,  Editora Medusa e 2.ª edição: SP, Editora Iluminuras, 2003) e, A arte em  seu estado – história da arte paranaense – vol. I e II, em parceria com  Soleni T. B. Fressato, (1ª edição: Curitiba, PR Editora Medusa – 2008).  Participou em outras publicações como ilustradora e coordenadora  editorial e foi editora de arte da revista de poesia e arte Medusa  (1998-2000) e da revista de poesia e arte Oroboro (2004-2006). Como  artista plástica realizou várias exposições coletivas e individuais e  como performer, sua mais recente participação foi em Nomos performances  no espaço da Caixa Cultural de Curitiba, 2009.</p>
<p>Roseane Yampolschi é Doutora em Música (DMA), com ênfase nas áreas de  composição (Major) e filosofia (Minor), pela University of Illinois at  Champaign-Urbana (EUA, 1997), e Mestre em Artes (Composição), pela  Eastern Illinois University (EUA, 1991). Recebeu prêmios no Brasil  (Concurso da Bienal de Música Contemporânea) e distinções internacionais  (ISCM, România, 1999; The University of Illinois Performing and  Creative Fellowhip, University of Illinois, 1993). Apresentou obras em  festivais e concertos no Brasil (Bienal de Música Contemporânea, RJ;  Festival Música Nova, SP), México (Terra Mundi, Terra Brasilis: A  vanguarda brasilena de finales del siglo XX, 2005), Estados Unidos (The  Chamber Players of the League/ISCM, Nova York,1997; Chicago; Iowa City;  Champaign-Urbana), Noruega (Festival World Music Days, Oslo, ISCM,  1990), Itália (Orchestra Abruzzese, Roma, Roseto, L&#8217;Aquila) e Espanha  (Madrid).</p>
<h1>FELIPE SCANDELARI</h1>
<p>Nasceu em 04/09/1981, em Curitiba/PR, e em 2006 se formou Bacharel em  Pintura, pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Expôs em  diversos museus e galerias do país, dos quais se destacam: Paço das  Artes, no Rio de Janeiro/RJ; Galeria de Artes Juvenal Antunes, em Rio  Branco/AC; Instituto Itaú Cultural, São Paulo/SP; Museu Histórico do  Estado do Pará, em Belém/PA; Museu de Arte Contemporânea da USP –  Pavilhão da Bienal – São Paulo/SP; Pinacoteca Municipal Miguel Dutra, em  Piracicaba/SP, entre outras exposições coletivas. Foi contemplado com a  Bolsa Produção da Fundação Cultural de Curitiba/PR, em 2007. No mesmo  ano recebeu o prêmio Graciosa Country Clube, em Curitiba/PR e em 2005  recebeu o prêmio Museu de Arte de Cascavel. Fez exposição Individual na  Estação Arte de Ponta Grossa/PR e no Museu da Fotografia, Solar do  Barão, Curitiba/PR. Possui obras em vários acervos, entre eles, Fundação  Cultural de Curitiba/PR, Museu de Arte de Cascavel/PR, Prefeitura de  Santo André/SP, Pinacoteca Municipal de Piracicaba/SP, Graça Landeira  Belém/PA e Coleção Verhoeven Mônaco/França. Vive e trabalha em  Curitiba/PR.</p>
<p><strong><em> </em> Agendamento para visitas monitoradas: (41) 3321-4816<br />
Casa Andrade Muricy<br />
</strong>Alameda Dr. Muricy, 915 – Centro<br />
80020-040 Curitiba PR<strong></strong></p>
<p><strong>fone </strong>(41) 3321-4798<strong><br />
</strong>www.cam.cultura.pr.gov.br<strong><br />
</strong>cmuricy@seec.pr.gov.br</p>
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		<title>dia 11, quinta: encontro à deriva = Relações de Fronteira no Solar do Barão</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 13:39:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[eventos, palestras e debates]]></category>

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Após um mês à deriva pelas margens do lago  artificial de Itaipu, o projeto Trânsito à Margem do Lago convida para o evento “Relações de Fronteira”.
Será um encontro com pessoas que, em suas experiências artísticas ou expressivas, ampliam diálogos acerca de questões culturais de fronteira.
Estarão presentes:
Claudia Washington,
Felipe Prando,
Lúcio de Araújo e
Rachel Bragatto (Curitiba);
Sara Blanco [...]]]></description>
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<p>Após um mês à deriva pelas margens do lago  artificial de Itaipu, o projeto Trânsito à Margem do Lago convida para o evento <strong>“Relações de Fronteira”</strong>.</p>
<p>Será um encontro com pessoas que, em suas experiências artísticas ou expressivas, ampliam diálogos acerca de questões culturais de fronteira.</p>
<p>Estarão presentes:<br />
Claudia Washington,<br />
Felipe Prando,<br />
Lúcio de Araújo e<br />
Rachel Bragatto (Curitiba);<br />
Sara Blanco (Puerto Indio);<br />
Tati Wells (Rio de Janeiro).</p>
<p>O evento é gratuito e aberto ao público.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://margemdolago.nosdarede.org.br/files/2010/02/cartaz_relacoes530.jpg" alt="" width="530" height="750" /></p>
<p><strong>Local:</strong> Sala Scabi – Solar do Barão – 2º andar, Bloco Central –  Rua Carlos Cavalcanti, 533 – Curitiba – Paraná – Brasil<br />
<strong>Data:</strong> 11/03/2010 às 19h30</p>
<p><strong><br />
</strong><em></em></p>
<p><em>Mais informações em:<br />
</em></p>
<p><a href="http://margemdolago.transitos.org/" target="_blank">http://margemdolago.transitos.org</a></div>
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